LOCAIS E CLIMA: 
S. Miguel, a maior ilha do arquipélago dos Açores,
tem 746,76 km2 de superfície. O seu comprimento, segundo
o eixo, é de 81 km e a largura máxima de 15,5
km. O ponto mais alto da ilha situa-se no Pico da Vara, a 1.103
m. Está situada entre 25º 8’ e 25º 52’
de longitude oeste e 37º 43’ e 37º 55’
de latitude norte.
O clima é ameno, com valores médios de 16º
C (61º F) na Primavera, 21º C (70º F) no Verão,
18º C (64º F) no Outono e 14º C (57º F)
no Inverno, o que contribui para a exuberância vegetal,
de que se destacam pela sua beleza os maciços de hortênsias,
azáleas e conteiras, pelo seu valor económico
e paisagístico, culturas como a do ananás (em
estufa), do chá, do tabaco, etc.
BREVES HISTÓRIAS DA ILHA: 
Doze anos depois da descoberta da ilha de Santa
Maria, no primeiro quartel do séc. XV, desembarcavam
nos areais da Povoação a tripulação
da nau capitaneada por Gonçalo Velho, cavaleiro e frade
da Ordem de Cristo e Senhor de Almourol, para ouvir a primeira
missa em terra de S. Miguel.
O rei D. Afonso V mandou-a povoar em 1439, concedendo a sua
capitania, juntamente com a de Santa Maria, a Frei Gonçalo
Velho. O avanço para ocidente a partir do núcleo
inicial da Povoação permitiu estabelecer a capital
da ilha em Vila Franca do Campo, com melhores condições
em termos de porto e rodeada por terrenos férteis. Fundam-se,
entretanto, Ponta Delgada e Ribeira Grande como consequência
do impulso do povoamento junto ao litoral, a procura de terrenos
adequados à agricultura.
Os primeiros habitantes provenientes do Continente foram recrutados
na Estremadura, Alto Alentejo e Algarve, a que vieram juntar-se
mais tarde madeirenses, judeus e mouros, atraídos pela
oferta de terras, as oportunidades do comércio.
A fertilidade do solo, a posição geográfica
entre a Europa, a África e a América contribuem
para uma rápida expansão económica centrada
no trigo (que se exportava para o Continente e as guarnições
portuguesas das praças do Norte de África) e na
planta tintureira pastel, utilizada pelas indústrias
têxteis do Norte da Europa. As dificuldades
dos séculos XVI e XVII
A destruição quase total de Vila Franca do Campo
por um sismo, em 1522, é o prenúncio de tempos
difíceis para S. Miguel. A erupção de
1563 teve, igualmente, consequências catastróficas
na área de Ribeira Grande.
Em 1582 S. Miguel, como já acontecera ao Continente
em 1580, passa para a esfera de influência espanhola,
consequência da crise dinástica aberta pela morte
de D. Sebastião na batalha de Alcácer Quibir
e a subida ao trono de Felipe II de Espanha.
Nesse ano, uma esquadra francesa de apoio ao pretendente D.
António, Prior do Crato, é derrotada frente
a Vila Franca do Campo. Aos ataques de piratas argelinos,
que flagelavam os Açores em procura de saque, juntam-se
os de corsários ingleses, a redução das
oportunidades de comércio criadas pelos conflitos de
Espanha com outras potências europeias.
Com a recuperação da independência de
Portugal, em 1640, abriram-se novos horizontes a S. Miguel.
Infelizmente, porém, começa a verificar-se nessa
época a substituição na tintagem dos
tecidos do pastel pelo índigo, com um colorido mais
intenso, proveniente das Américas, levando ao progressivo
abandono da sua cultura.
As culturas de substituição, principalmente
trigo e linho, em fibra e em tecido, não compensam
a perda da receita do pastel, tornando difícil a vida
económica da ilha.
O ciclo de prosperidade da cultura da laranja
Afastada, pela sua posição geográfica,
das grandes rotas do Atlântico que demandavam nos Açores
as ilhas Terceira e do Faial, S. Miguel apenas recupera a
sua importância económica com a exportação
da laranja.
Desconhece-se a data em que a laranja foi introduzida nos
Açores, embora se presuma ter tido lugar no final do
séc. XVI, inserida na introdução das
muitas espécies trazidas da América do Sul e
da Ásia pelos navegadores portugueses.
A primeira exportação registada da laranja –
apenas 3 caixas – data de 1751, com destino ao Reino
Unido. É, porém, a partir de 1774 que as exportações
assumem aspecto regular, com um crescimento contínuo,
atingindo entre 1790/99 a média anual de 17400 caixas
e, em 1860/69 – o apogeu da venda da laranja para vários
países – a média fabulosa de 185.000 caixas
por ano. Inicialmente dominada por comerciantes estrangeiros,
a exportação da laranja passou progressivamente
para os produtores e negociantes locais, rapidamente enriquecidos
pelos lucros da actividade. No período de 1840 a 1875,
a aristocracia e a burguesia proprietária vive numa
confortável abastança, de que restam sinais
evidentes nos muitos palácios e mansões espalhados
pela ilha.
A importância da laranja na prosperidade da ilha tem,
porém, um súbito fim. Doenças destroem
os laranjais, reduzindo drasticamente a produção.
Simultaneamente surgem novas zonas produtoras ( Lisboa e Setúbal
no Continente, Valência e Sevilha em Espanha, etc.)
que conquistam os mercados inglês e de outros países
europeus.
As consequências de crise fazem-se sentir principalmente
na emigração para as Américas ( Brasil,
Estados Unidos, etc.) onde se fixam importantes comunidades
açorianas.
A lenta recuperação económica
Não foi de braços caídos que os agricultores
micaelenses encararam a perda dos laranjais. A existência
da Sociedade Promotora de Agricultura Micaelense, fundada
em 1843, permitiu aos mais esclarecidos procurar culturas
de substituição – tabaco, ananás,
batata doce ( para destilação de álcool)
espadana, chá, maracujá, etc. – com vista
a viabilizar as suas explorações agrícolas,
a encontrar mercados alternativos.
A criação do porto artificial de Ponta Delgada,
a introdução de indústrias diversas,
o incremento da pesca e da pecuária, são factores
de desenvolvimento até meados do séc. XX. Hoje,
a ilha de S. Miguel, um dos centros de decisão política
e administrativa da Região, tem uma economia diversificada
e em franco progresso, em que o turismo é um dos vectores
da sua dinâmica.
LOCAIS A VISITAR: 
Lagoas das Sete Cidades, Fogo e Furnas. Situadas
nas crateras vulcânicas que formam a ilha, irrompem como
fenómeno paisagístico mais marcante de todo o
Arquipélago. As Sete Cidades, a oeste, uma caldeira de
12 km de perímetro em que se encontram duas lagoas geminadas,
a Lagoa Verde e a Lagoa Azul. No interior da caldeira a pitoresca
povoação das Sete Cidades, com curiosas casas
de arquitectura popular, verdejantes pastagens e um pitoresco
jardim.
Vale das Furnas. A Este da ilha, enorme
caldeira e viçoso jardim. Na pitoresca freguesia das
Furnas, o Parque Terra Nostra, com base nas
plantações iniciadas no séc. XVIII por
Thomas Hickling, e prosseguidas no séc. XIX pela família
Praia e Monforte, é uma visão romântica
de lagos, caminhos sinuosos, flores exóticas e árvores
centenárias, e um lago-piscina de água termal.
As Caldeiras das Furnas são uma área
de manifestações vulcãnicas diversas,
de onde brotam géiseres de água fervente e lamas
medicinais, sendo uma das mais espectaculares a caldeira de
Pero Botelho. O vale, atravessado por duas caudalosas ribeiras,
uma de água fria e outra de água quente, constitui
uma das regiões hidrológicas mais ricas da Europa,
com as suas vinte e duas fontes termais. Esta freguesia é,
assim, um importante centro termal onde as águas das
ribeiras e lamas sulfúricas das caldeiras são
aproveitadas nos diversos tipos de doenças.
Lagoa das Furnas, com o perfil gótico da Ermida de
Nossa Senhora das Vitórias projectado nas suas águas
límpidas, apresenta, numa das suas margens, solfataras
vulcânicas, autênticas “ cozinhas naturais”
onde se obtém o famoso cozido nas Caldeiras ( enterrado
no solo, em recipientes hermeticamente fechados).
Plantações de chá.
Situadas na costa norte, são únicas na Europa.
Estufas de ananazes. Um fruto cultivado
delicadamente, ao longo do séculos e que integra a
gastronomia típica da ilha.
Ponta Delgada, Ribeira Grande e Vila Franca do Campo.
As duas cidades e a antiga capital da ilha são repositório
dos melhores exemplos da arquitectura religiosa, civil e militar,
desde o século XV. Em Ponta Delgada são vários
os monumentos com interesse para visitar entre eles, a Igreja
de São Sebastião, o Convento e Capela de Nossa
Senhora da Esperança,a Igreja de São José,
a Igreja de Todos-os-Santos, a Igreja de São Pedro,o
Forte de São Brás, as Portas da Cidade, Palácio
de Sant´Ana, os Paços do Concelho. Na Ribeira
Grande são de referir a Igreja de Nossa Senhora da
Estrela, o Convento e Igreja de São Francisco, a Igreja
do Espirito Santo, a Igreja de São Pedro, os Paços
do Concelho. Em Vila Franca Do Campo são de referir
a Igreja de São Miguel, a Ermida da Senhora da Paz,
a Igreja de São Pedro, a Igreja de Santo André,
o Convento de São Francisco.
O Pico do Carvão com amplos horizontes
sobre o mar e o centro da ilha dominando as costas norte e
sul. Nas proximidades, as Lagoas do Carvão, do Canário
e Rasa, além de outras mais pequenas, envoltas pelo
verde fresco das árvores e das pastagens.
A Ponta do Escalvado, onde se situa um miradouro,
oferece uma panorâmica da costa oeste e uma magnífica
paisagem sobre toda a região dos Mosteiros.
Na Ribeira Grande, as Caldeiras, pequeno
núcleo de fumarolas envolvidas por arvoredo, com casario
pitoresco, antigo estabelecimento termal e, ainda, o
Vale das Lombadas, onde brota a nascente de água
mineral do mesmo nome, situado numa zona considerada Reserva
Natural.Para leste, a Praia dos Moinhos, situada na freguesia
do Porto Formoso, amplo areal de águas tranquilas e
curiosas azenhas.
A Lagoa do Fogo, no centro da ilha, ocupa
a cratera de um vulcão extinto. Rodeada por alguma
da vegetação original da ilha, a enorme lagoa
com as suas águas transparentes, península e
praias de areia branca, num ambiente de grande beleza e tranquilidade,
é uma reserva natural classificada.
A Caldeira Velha, localizada a meia encosta
do vulcão da Lagoa do Fogo, reúne uma ribeira
de águas tépidas, onde um pequeno lago convida
a um banho reparador, e uma caldeira fumegante, debaixo de
frondosa mata povoada de fetos arbóreos.
O Ilhéu de Vila Franca, em frente
à vila do mesmo nome, é um dos maiores atractivos
da costa de S. Miguel. Forma uma piscina natural, perfeitamente
circular. Das suas rochas, curisamente corridas pelo mar e
ventos, destaca-se uma formação que muito se
assemelha a uma coluna talhada na Antiguidade. Dado o interesse
da preservação do seu meio ambiente, é
considerada Reserva Natural. Durante os meses de Junho a Setembro,
existem passeios de barco a partir do Cais Tagarete.
A Lagoa do Congro, também no centro
da ilha, a poucos quilómetros da Vila Franca do Campo,
embora de menores dimensões que as suas congéneres,
merece igualmente uma visita.
O Pico do Ferro, rodeado de vegetação
exuberante, entrecortada por cascatas, proporciona um panorama
deslumbrante sobre o Vale das Furnas.
O Salto do Cavalo, pico elevado oferece
uma outra prespectiva da beleza rara deste Vale e da Vila
da Povoação.
A Ribeira Quente, típica povoação
de pescadores, onde uma concha de areia tranquila e solitária
forma a Praia do Fogo. Na estrada de acesso, torrentes de
água férrea e luxuriante vegetação.
A região de Nordeste - assim chamada
pela sua localização geográfica. Aqui
se sucedem altas montanhas, profundos desfiladeiros onde correm
ribeiras caudalosas, pontas de terra que entram pelo mar azul,
miradouros deslumbrantes e brancas aldeias que despontam entre
o verde das pastagens. A beleza exuberante e rude do Nordeste
convida a uma estadia de alguns dias, para visitar a Serra
da Tronqueira e o Pico da Vara ( a mais alta elevação
da ilha, com 1105 m ); miradouros como os do Salto da Farinha,
da Ponta da Madrugada ( espantoso nascer do sol ) ou do Pico
Bartolomeu; o farol da Ponta do Arnel e o porto da Vila de
Nordeste; a Praia do Lombo Gordo e os vários Parques
Florestais. Na Foz da Ribeira do Guilherme existe um agradável
parque de campismo, com acesso pela Vila de Nordeste ou pela
Fazenda.
Reserva de Recreio do Pinhal da Paz, também conhecida
por Mata das Criações, com uma área aproximada
de 49ha, na época da floração proporciona
um deslumbrante e inesquecível espectáculo de
cor, sendo notáveis os lindos renques de azáleas
em faixa contínua, que ladeiam os caminhos, atingindo
um total de 15 km.
MUSEUS E BIBLIOTECAS: 
Museu Carlos Machado em Ponta Delgada.
Biblioteca Pública e Arquivo de Ponta Delgada-Instalada
no antigo Colégio dos Jesuítas. Esta Biblioteca
Pública e Arquivo é considerada como uma das
mais importantes a nivel nacional, pela riqueza e diversidade
dos fundos e colecções que possui. Neste particular
salienta-se os Fundos de José do Canto, Ernesto do
Canto, Eugénio do Canto, a Livraria de Antero de Quental,
bem como a Arteriana do Dr. José Bruno, etc..
FESTAS: 
Santo Cristo - Maio
DESPORTO E LAZER: 
-Praias: as mais populares e frequentadas praias
de S. Miguel são as do Pópulo e de Milícias,
perto de Ponta Delgada, com longos areais verdejante espaço
envolvente, equipamento de apoio. Existem, porém muitas
mais por onde escolher. A cénica praia dos Mosteiros,
com os ilhéus recortando o horizonte, a acolhedora praia
da Vinha de Areia, entre falésias, as extensas praias
de água de Alto e tantas outras. E a temperatura da Água,
aquecida pela corrente do Golfo, é uma agradável
surpresa.
-Piscinas Naturais-criadas pela actividade
vulcânica e pela acção do mar, com águas
límpidas e sempre renovadas situadas ao longo da costa.
São dezenas as piscinas naturais de S. Miguel, a mais
bela e entusiasmante é a concha do ilhéu de
Vila Franca formada pela cratera de um vulcão, seguida
pelas dos Mosteiros e da Ferraria, com a curiosidade de uma
nascente de água quente dentro de água.
-Marina de Ponta Delgada centro de iatismo
-Observação de baleias e golfinhos
(viagens diárias entre Maio e Outubro )
-Pesca Desportiva
-Big Game Fishing (pesca de grandes peixes-espadim
branco e azul, atum rabilho, atum voador, albacora, wahoo,
espadarte, tubarão e mako ).É possivel o aluguer
de barcos apropriados, com pessoal experiente nas manobras
e conhecedor dos locais de melhores capturas.
- Mergulho: para os apaixonados da observação
submarina, no litoral da ilha encontram-se inúmeros
paraísos. Águas transparentes, espectaculares
falésias, grutas e rochas de colorido vulcânico
e formas estranhas, povoadas de cardumes iridescentes, proporcionam
momentos de encanto. São áreas privilegiadas
a costa na orla das Feteiras, a Ponta da Galera e o ilhéu
de Vila Franca.
-Pesca submarina
-Pesca de rocha, para o pescador de rocha
São Miguel é um verdadeiro paraíso, devido
ao litoral alcantilado e à grande variedade de peixes.
Os vários pesqueiros permitem capturas de peixes de
bom peso: pargo, congro, tambor, bicuda, peixe agulha, lírio,
anchova, goraz, cavala, enxaréu e moreia. As melhores
zonas de pesca situam-se em Ponta Delgada, Ponta das Feteiras,
Ferraria, Mosteiros, Ponta da Bretanha, Porto das Capelas,
Poços de São Vicente, Rabo de Peixe, Ponta e
Porto da Ribeira de Nordeste, Água Retorta e Faial
da Terra.
-Pesca nas várias ribeiras e lagoas
abundantes em peixe, oferece, simultaneamente, um saudável
contacto com a Natureza e umas horas de tranquilidade e emoção.
As ribeiras da Praia, Alegria, Bispos, Faial da Terra, Guilherme,
Machado, Caldeirões, Salga, Carneiros, Limos e Grande
são férteis em combativas trutas, desafiando
a habilidade do Pescador. Na lagoa das furnas pesca-se truta,
perca, carpa e ruivo. A lagoa das Sete Cidades é rica
em lúcios, percas e carpas. Na lagoa do Fogo abundam
a truta e a carpa, enquanto o achigã povoa as lagoas
Rasa e de São Brás.
-Desportos náuticos: windsurf, canoagem,
remo, vela, jetski
-Passeios de barco ao longo da costa de
S. Miguel-para aqueles que gostam de navegar existem barcos
que realizam passeios ao longo da costa de S. Miguel, e, por
vezes até à vizinha ilha de Santa Maria.
-Golf. Para a prática do Golf existem
dois campos: um na Achada das Furnas (18 buracos), outro na
Batalha. Fenais da Luz ( 27 buracos ).
-Ténis, os amantes do ténis
dispõem, na Fajã de Cima, de um complexo desportivo.
-Tiro, em Santana, Rabo de Peixe, existe
um campo de tiro aos pratos, ao alvo e arco
-Trilhos da Natureza - passeios a pé
na ilha
-Passeios a Cavalo - é possivel realizar
passeios a cavalo, havendo empresas que se dedicam ao aluguer
dos mesmos.
-Passeio de helicoptero pela ilha
-Karting
-Desportos radicais-existe um vasto leque
de actividades, postas à disposição por
empresas, nomeadamente: a escalada de altas montanhas e escarpas
agressivas onde se poderá desfrutar magníficos
panoramas; o rappel/slide; o B.T.T. (bicicleta todo o terreno);
o Waveski; o parapente que prporciona uma fabulosa vista aérea
da ilha; e o Paintball ( jogos de estratégia).
ARTESANATO: 
-Bordados em linho
-Tecelagem (em lã, linho e retalhos)
-Cerâmica pintada à mão
-Trabalhos em osso e dente de baleia, marfim e outros materiais
-Figuras e Flores em Folha de Milho e escamas de peixe
-Trabalhos em vime
-Capachos de folha de milho e espadama
-Flores ( de escamas de peixe, papel e pano)
-Bordados
-Miniaturas
-Presépios em lapinha
GASTRONOMIA: 
Pratos típicos – As velhas receitas
tradicionais mantêm-se em pratos apetitosos e suculentos,
como o caldo azedo, couves solteiras, os fervedouros, o polvo
guisado em vinho de cheiro, os torresmos em molho de fígado,
linguiça com inhames, canários da Ribeira Grande,
as caldeiradas de peixe, o arroz de lapas, o ensopado de trutas,
as lapas de molho Afonso, a que se deve juntar o sempre curioso
cozido das Furnas, em que a carne e legumes são cozidos
no calor da própria terra, em locais onde o geotermismo
se manifesta à superfície.
Mariscos – Lagostas, cavacos, lapas,
caranguejos e cracas satisfazem os apreciadores de marisco.
Doçaria –A antiga doçaria
conventual faz as delícias dos gulosos. Queijadas de
Vila Franca, Confeitos da Ribeira Grande, Bolos Lêvedos
das Furnas, Bichos de Amêndoa, Barriga de Freira, Malassadas
e Massa Sovada, são alguns exemplos.
Queijos – No que respeita a queijos,
S. Miguel oferece o branco e macio de cabra e o queijo da
ilha, de sabor picante quando seco.
Vinhos – De produção
local, é mais conhecido o vinho de cheiro ou morangueiro
da região da Caloura. Para os apreciadores de licores,
recomendam-se os de ananás e de maracujá.
O ananás e o chá são presença
constante nas mesas micaelenses. O ananás – doce
e perfumado, e produzido ao longo de todo o ano em estufas
– constitui uma experiência inesquecível
como acompanhamento ou como sobremesa. O chá, cultivado
em S. Miguel, é uma agradável bebida quando
acompanhado da doçaria local.
RESTAURANTES: 
Bar Restaurante Marisqueira Talisman-especialidades:comida Regional,
larga variedade de peixe fresco-Ponta Delgada
Restaurante Açores Marisqueira-especialidades:gambas
à Marisqueira, gambas fritas à Moçambique,
Alcatra à Moda da Terceira-Ponta Delgada
Restaurante São Pedro-especialidades:cataplana de
peixe, carnes da melhor qualidade, viveiros de marisco, peixe
fresco-Ponta Delgada
Restaurante Pimenta da Terra:especialidades:comida Micaelense-Ponta
Delgada
Mimo Café Restaurante:especialidades:Feijoada à
Transmontana, Arroz de Pato-Ponta Delgada
Lizarran:especialidades:comida Espanhola-Ponta Delgada
Restaurante Silva-especialidades:peixe fresco, marisco-Ribeira
Grande
Restaurante Ildeberto-especialidades:cozinha Regional, peixe
fresco-Ribeira Grande
Restaurante Bar “ Lagoa do Fogo “-especialidades:
cozinha Regional-Ribeira Grande
Restaurante Monte Verde-especialidades:grande variedade de
peixe fresco-Ribeira Grande
Restaurante Miroma-especialidades:cozido nas caldeiras, frango
no churrasco-Furnas
Bar Restaurante Águas Quentes-especialidades:bacalhau,
cozido nas caldeiras-Furnas
Restaurante Tronqueira-especialidades:cozinha Regional-Vila
do Nordeste
BARES, DISCOTECAS: 
Jonh´s Pub-Piano Bar, Música ao
Vivo-Ponta Delgada
Restaurante Pub Escala-Música ao Vivo-Ponta Delgada
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