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Sexta-Feira, 03 de Setembro de 2010
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LOCAIS E CLIMA: 

S. Miguel, a maior ilha do arquipélago dos Açores, tem 746,76 km2 de superfície. O seu comprimento, segundo o eixo, é de 81 km e a largura máxima de 15,5 km. O ponto mais alto da ilha situa-se no Pico da Vara, a 1.103 m. Está situada entre 25º 8’ e 25º 52’ de longitude oeste e 37º 43’ e 37º 55’ de latitude norte.
O clima é ameno, com valores médios de 16º C (61º F) na Primavera, 21º C (70º F) no Verão, 18º C (64º F) no Outono e 14º C (57º F) no Inverno, o que contribui para a exuberância vegetal, de que se destacam pela sua beleza os maciços de hortênsias, azáleas e conteiras, pelo seu valor económico e paisagístico, culturas como a do ananás (em estufa), do chá, do tabaco, etc.


BREVES HISTÓRIAS DA ILHA: 
Doze anos depois da descoberta da ilha de Santa Maria, no primeiro quartel do séc. XV, desembarcavam nos areais da Povoação a tripulação da nau capitaneada por Gonçalo Velho, cavaleiro e frade da Ordem de Cristo e Senhor de Almourol, para ouvir a primeira missa em terra de S. Miguel.
O rei D. Afonso V mandou-a povoar em 1439, concedendo a sua capitania, juntamente com a de Santa Maria, a Frei Gonçalo Velho. O avanço para ocidente a partir do núcleo inicial da Povoação permitiu estabelecer a capital da ilha em Vila Franca do Campo, com melhores condições em termos de porto e rodeada por terrenos férteis. Fundam-se, entretanto, Ponta Delgada e Ribeira Grande como consequência do impulso do povoamento junto ao litoral, a procura de terrenos adequados à agricultura.
Os primeiros habitantes provenientes do Continente foram recrutados na Estremadura, Alto Alentejo e Algarve, a que vieram juntar-se mais tarde madeirenses, judeus e mouros, atraídos pela oferta de terras, as oportunidades do comércio.
A fertilidade do solo, a posição geográfica entre a Europa, a África e a América contribuem para uma rápida expansão económica centrada no trigo (que se exportava para o Continente e as guarnições portuguesas das praças do Norte de África) e na planta tintureira pastel, utilizada pelas indústrias têxteis do Norte da Europa.

As dificuldades dos séculos XVI e XVII
A destruição quase total de Vila Franca do Campo por um sismo, em 1522, é o prenúncio de tempos difíceis para S. Miguel. A erupção de 1563 teve, igualmente, consequências catastróficas na área de Ribeira Grande.
Em 1582 S. Miguel, como já acontecera ao Continente em 1580, passa para a esfera de influência espanhola, consequência da crise dinástica aberta pela morte de D. Sebastião na batalha de Alcácer Quibir e a subida ao trono de Felipe II de Espanha.
Nesse ano, uma esquadra francesa de apoio ao pretendente D. António, Prior do Crato, é derrotada frente a Vila Franca do Campo. Aos ataques de piratas argelinos, que flagelavam os Açores em procura de saque, juntam-se os de corsários ingleses, a redução das oportunidades de comércio criadas pelos conflitos de Espanha com outras potências europeias.
Com a recuperação da independência de Portugal, em 1640, abriram-se novos horizontes a S. Miguel. Infelizmente, porém, começa a verificar-se nessa época a substituição na tintagem dos tecidos do pastel pelo índigo, com um colorido mais intenso, proveniente das Américas, levando ao progressivo abandono da sua cultura.
As culturas de substituição, principalmente trigo e linho, em fibra e em tecido, não compensam a perda da receita do pastel, tornando difícil a vida económica da ilha.

O ciclo de prosperidade da cultura da laranja
Afastada, pela sua posição geográfica, das grandes rotas do Atlântico que demandavam nos Açores as ilhas Terceira e do Faial, S. Miguel apenas recupera a sua importância económica com a exportação da laranja.
Desconhece-se a data em que a laranja foi introduzida nos Açores, embora se presuma ter tido lugar no final do séc. XVI, inserida na introdução das muitas espécies trazidas da América do Sul e da Ásia pelos navegadores portugueses.
A primeira exportação registada da laranja – apenas 3 caixas – data de 1751, com destino ao Reino Unido. É, porém, a partir de 1774 que as exportações assumem aspecto regular, com um crescimento contínuo, atingindo entre 1790/99 a média anual de 17400 caixas e, em 1860/69 – o apogeu da venda da laranja para vários países – a média fabulosa de 185.000 caixas por ano. Inicialmente dominada por comerciantes estrangeiros, a exportação da laranja passou progressivamente para os produtores e negociantes locais, rapidamente enriquecidos pelos lucros da actividade. No período de 1840 a 1875, a aristocracia e a burguesia proprietária vive numa confortável abastança, de que restam sinais evidentes nos muitos palácios e mansões espalhados pela ilha.
A importância da laranja na prosperidade da ilha tem, porém, um súbito fim. Doenças destroem os laranjais, reduzindo drasticamente a produção.
Simultaneamente surgem novas zonas produtoras ( Lisboa e Setúbal no Continente, Valência e Sevilha em Espanha, etc.) que conquistam os mercados inglês e de outros países europeus.
As consequências de crise fazem-se sentir principalmente na emigração para as Américas ( Brasil, Estados Unidos, etc.) onde se fixam importantes comunidades açorianas.

A lenta recuperação económica
Não foi de braços caídos que os agricultores micaelenses encararam a perda dos laranjais. A existência da Sociedade Promotora de Agricultura Micaelense, fundada em 1843, permitiu aos mais esclarecidos procurar culturas de substituição – tabaco, ananás, batata doce ( para destilação de álcool) espadana, chá, maracujá, etc. – com vista a viabilizar as suas explorações agrícolas, a encontrar mercados alternativos.
A criação do porto artificial de Ponta Delgada, a introdução de indústrias diversas, o incremento da pesca e da pecuária, são factores de desenvolvimento até meados do séc. XX. Hoje, a ilha de S. Miguel, um dos centros de decisão política e administrativa da Região, tem uma economia diversificada e em franco progresso, em que o turismo é um dos vectores da sua dinâmica.


LOCAIS A VISITAR: 
Lagoas das Sete Cidades, Fogo e Furnas. Situadas nas crateras vulcânicas que formam a ilha, irrompem como fenómeno paisagístico mais marcante de todo o Arquipélago. As Sete Cidades, a oeste, uma caldeira de 12 km de perímetro em que se encontram duas lagoas geminadas, a Lagoa Verde e a Lagoa Azul. No interior da caldeira a pitoresca povoação das Sete Cidades, com curiosas casas de arquitectura popular, verdejantes pastagens e um pitoresco jardim.

Vale das Furnas. A Este da ilha, enorme caldeira e viçoso jardim. Na pitoresca freguesia das Furnas, o Parque Terra Nostra, com base nas plantações iniciadas no séc. XVIII por Thomas Hickling, e prosseguidas no séc. XIX pela família Praia e Monforte, é uma visão romântica de lagos, caminhos sinuosos, flores exóticas e árvores centenárias, e um lago-piscina de água termal. As Caldeiras das Furnas são uma área de manifestações vulcãnicas diversas, de onde brotam géiseres de água fervente e lamas medicinais, sendo uma das mais espectaculares a caldeira de Pero Botelho. O vale, atravessado por duas caudalosas ribeiras, uma de água fria e outra de água quente, constitui uma das regiões hidrológicas mais ricas da Europa, com as suas vinte e duas fontes termais. Esta freguesia é, assim, um importante centro termal onde as águas das ribeiras e lamas sulfúricas das caldeiras são aproveitadas nos diversos tipos de doenças.
Lagoa das Furnas, com o perfil gótico da Ermida de Nossa Senhora das Vitórias projectado nas suas águas límpidas, apresenta, numa das suas margens, solfataras vulcânicas, autênticas “ cozinhas naturais” onde se obtém o famoso cozido nas Caldeiras ( enterrado no solo, em recipientes hermeticamente fechados).

Plantações de chá. Situadas na costa norte, são únicas na Europa.

Estufas de ananazes. Um fruto cultivado delicadamente, ao longo do séculos e que integra a gastronomia típica da ilha.

Ponta Delgada, Ribeira Grande e Vila Franca do Campo. As duas cidades e a antiga capital da ilha são repositório dos melhores exemplos da arquitectura religiosa, civil e militar, desde o século XV. Em Ponta Delgada são vários os monumentos com interesse para visitar entre eles, a Igreja de São Sebastião, o Convento e Capela de Nossa Senhora da Esperança,a Igreja de São José, a Igreja de Todos-os-Santos, a Igreja de São Pedro,o Forte de São Brás, as Portas da Cidade, Palácio de Sant´Ana, os Paços do Concelho. Na Ribeira Grande são de referir a Igreja de Nossa Senhora da Estrela, o Convento e Igreja de São Francisco, a Igreja do Espirito Santo, a Igreja de São Pedro, os Paços do Concelho. Em Vila Franca Do Campo são de referir a Igreja de São Miguel, a Ermida da Senhora da Paz, a Igreja de São Pedro, a Igreja de Santo André, o Convento de São Francisco.

O Pico do Carvão com amplos horizontes sobre o mar e o centro da ilha dominando as costas norte e sul. Nas proximidades, as Lagoas do Carvão, do Canário e Rasa, além de outras mais pequenas, envoltas pelo verde fresco das árvores e das pastagens.

A Ponta do Escalvado, onde se situa um miradouro, oferece uma panorâmica da costa oeste e uma magnífica paisagem sobre toda a região dos Mosteiros.
Na Ribeira Grande, as Caldeiras, pequeno núcleo de fumarolas envolvidas por arvoredo, com casario pitoresco, antigo estabelecimento termal e, ainda, o Vale das Lombadas, onde brota a nascente de água mineral do mesmo nome, situado numa zona considerada Reserva Natural.Para leste, a Praia dos Moinhos, situada na freguesia do Porto Formoso, amplo areal de águas tranquilas e curiosas azenhas.

A Lagoa do Fogo, no centro da ilha, ocupa a cratera de um vulcão extinto. Rodeada por alguma da vegetação original da ilha, a enorme lagoa com as suas águas transparentes, península e praias de areia branca, num ambiente de grande beleza e tranquilidade, é uma reserva natural classificada.

A Caldeira Velha, localizada a meia encosta do vulcão da Lagoa do Fogo, reúne uma ribeira de águas tépidas, onde um pequeno lago convida a um banho reparador, e uma caldeira fumegante, debaixo de frondosa mata povoada de fetos arbóreos.

O Ilhéu de Vila Franca, em frente à vila do mesmo nome, é um dos maiores atractivos da costa de S. Miguel. Forma uma piscina natural, perfeitamente circular. Das suas rochas, curisamente corridas pelo mar e ventos, destaca-se uma formação que muito se assemelha a uma coluna talhada na Antiguidade. Dado o interesse da preservação do seu meio ambiente, é considerada Reserva Natural. Durante os meses de Junho a Setembro, existem passeios de barco a partir do Cais Tagarete.

A Lagoa do Congro, também no centro da ilha, a poucos quilómetros da Vila Franca do Campo, embora de menores dimensões que as suas congéneres, merece igualmente uma visita.

O Pico do Ferro, rodeado de vegetação exuberante, entrecortada por cascatas, proporciona um panorama deslumbrante sobre o Vale das Furnas.

O Salto do Cavalo, pico elevado oferece uma outra prespectiva da beleza rara deste Vale e da Vila da Povoação.

A Ribeira Quente, típica povoação de pescadores, onde uma concha de areia tranquila e solitária forma a Praia do Fogo. Na estrada de acesso, torrentes de água férrea e luxuriante vegetação.

A região de Nordeste - assim chamada pela sua localização geográfica. Aqui se sucedem altas montanhas, profundos desfiladeiros onde correm ribeiras caudalosas, pontas de terra que entram pelo mar azul, miradouros deslumbrantes e brancas aldeias que despontam entre o verde das pastagens. A beleza exuberante e rude do Nordeste convida a uma estadia de alguns dias, para visitar a Serra da Tronqueira e o Pico da Vara ( a mais alta elevação da ilha, com 1105 m ); miradouros como os do Salto da Farinha, da Ponta da Madrugada ( espantoso nascer do sol ) ou do Pico Bartolomeu; o farol da Ponta do Arnel e o porto da Vila de Nordeste; a Praia do Lombo Gordo e os vários Parques Florestais. Na Foz da Ribeira do Guilherme existe um agradável parque de campismo, com acesso pela Vila de Nordeste ou pela Fazenda.

Reserva de Recreio do Pinhal da Paz, também conhecida por Mata das Criações, com uma área aproximada de 49ha, na época da floração proporciona um deslumbrante e inesquecível espectáculo de cor, sendo notáveis os lindos renques de azáleas em faixa contínua, que ladeiam os caminhos, atingindo um total de 15 km.


MUSEUS E BIBLIOTECAS: 
Museu Carlos Machado em Ponta Delgada.

Biblioteca Pública e Arquivo de Ponta Delgada-Instalada no antigo Colégio dos Jesuítas. Esta Biblioteca Pública e Arquivo é considerada como uma das mais importantes a nivel nacional, pela riqueza e diversidade dos fundos e colecções que possui. Neste particular salienta-se os Fundos de José do Canto, Ernesto do Canto, Eugénio do Canto, a Livraria de Antero de Quental, bem como a Arteriana do Dr. José Bruno, etc..


FESTAS: 
Santo Cristo - Maio


DESPORTO E LAZER: 
-Praias: as mais populares e frequentadas praias de S. Miguel são as do Pópulo e de Milícias, perto de Ponta Delgada, com longos areais verdejante espaço envolvente, equipamento de apoio. Existem, porém muitas mais por onde escolher. A cénica praia dos Mosteiros, com os ilhéus recortando o horizonte, a acolhedora praia da Vinha de Areia, entre falésias, as extensas praias de água de Alto e tantas outras. E a temperatura da Água, aquecida pela corrente do Golfo, é uma agradável surpresa.

-Piscinas Naturais-criadas pela actividade vulcânica e pela acção do mar, com águas límpidas e sempre renovadas situadas ao longo da costa. São dezenas as piscinas naturais de S. Miguel, a mais bela e entusiasmante é a concha do ilhéu de Vila Franca formada pela cratera de um vulcão, seguida pelas dos Mosteiros e da Ferraria, com a curiosidade de uma nascente de água quente dentro de água.

-Marina de Ponta Delgada centro de iatismo

-Observação de baleias e golfinhos (viagens diárias entre Maio e Outubro )

-Pesca Desportiva

-Big Game Fishing (pesca de grandes peixes-espadim branco e azul, atum rabilho, atum voador, albacora, wahoo, espadarte, tubarão e mako ).É possivel o aluguer de barcos apropriados, com pessoal experiente nas manobras e conhecedor dos locais de melhores capturas.

- Mergulho: para os apaixonados da observação submarina, no litoral da ilha encontram-se inúmeros paraísos. Águas transparentes, espectaculares falésias, grutas e rochas de colorido vulcânico e formas estranhas, povoadas de cardumes iridescentes, proporcionam momentos de encanto. São áreas privilegiadas a costa na orla das Feteiras, a Ponta da Galera e o ilhéu de Vila Franca.

-Pesca submarina

-Pesca de rocha, para o pescador de rocha São Miguel é um verdadeiro paraíso, devido ao litoral alcantilado e à grande variedade de peixes. Os vários pesqueiros permitem capturas de peixes de bom peso: pargo, congro, tambor, bicuda, peixe agulha, lírio, anchova, goraz, cavala, enxaréu e moreia. As melhores zonas de pesca situam-se em Ponta Delgada, Ponta das Feteiras, Ferraria, Mosteiros, Ponta da Bretanha, Porto das Capelas, Poços de São Vicente, Rabo de Peixe, Ponta e Porto da Ribeira de Nordeste, Água Retorta e Faial da Terra.

-Pesca nas várias ribeiras e lagoas abundantes em peixe, oferece, simultaneamente, um saudável contacto com a Natureza e umas horas de tranquilidade e emoção. As ribeiras da Praia, Alegria, Bispos, Faial da Terra, Guilherme, Machado, Caldeirões, Salga, Carneiros, Limos e Grande são férteis em combativas trutas, desafiando a habilidade do Pescador. Na lagoa das furnas pesca-se truta, perca, carpa e ruivo. A lagoa das Sete Cidades é rica em lúcios, percas e carpas. Na lagoa do Fogo abundam a truta e a carpa, enquanto o achigã povoa as lagoas Rasa e de São Brás.

-Desportos náuticos: windsurf, canoagem, remo, vela, jetski

-Passeios de barco ao longo da costa de S. Miguel-para aqueles que gostam de navegar existem barcos que realizam passeios ao longo da costa de S. Miguel, e, por vezes até à vizinha ilha de Santa Maria.

-Golf. Para a prática do Golf existem dois campos: um na Achada das Furnas (18 buracos), outro na Batalha. Fenais da Luz ( 27 buracos ).

-Ténis, os amantes do ténis dispõem, na Fajã de Cima, de um complexo desportivo.

-Tiro, em Santana, Rabo de Peixe, existe um campo de tiro aos pratos, ao alvo e arco

-Trilhos da Natureza - passeios a pé na ilha

-Passeios a Cavalo - é possivel realizar passeios a cavalo, havendo empresas que se dedicam ao aluguer dos mesmos.

-Passeio de helicoptero pela ilha

-Karting

-Desportos radicais-existe um vasto leque de actividades, postas à disposição por empresas, nomeadamente: a escalada de altas montanhas e escarpas agressivas onde se poderá desfrutar magníficos panoramas; o rappel/slide; o B.T.T. (bicicleta todo o terreno); o Waveski; o parapente que prporciona uma fabulosa vista aérea da ilha; e o Paintball ( jogos de estratégia).


ARTESANATO: 
-Bordados em linho

-Tecelagem (em lã, linho e retalhos)

-Cerâmica pintada à mão

-Trabalhos em osso e dente de baleia, marfim e outros materiais
-Figuras e Flores em Folha de Milho e escamas de peixe

-Trabalhos em vime

-Capachos de folha de milho e espadama

-Flores ( de escamas de peixe, papel e pano)

-Bordados

-Miniaturas

-Presépios em lapinha


GASTRONOMIA: 
Pratos típicos – As velhas receitas tradicionais mantêm-se em pratos apetitosos e suculentos, como o caldo azedo, couves solteiras, os fervedouros, o polvo guisado em vinho de cheiro, os torresmos em molho de fígado, linguiça com inhames, canários da Ribeira Grande, as caldeiradas de peixe, o arroz de lapas, o ensopado de trutas, as lapas de molho Afonso, a que se deve juntar o sempre curioso cozido das Furnas, em que a carne e legumes são cozidos no calor da própria terra, em locais onde o geotermismo se manifesta à superfície.

Mariscos – Lagostas, cavacos, lapas, caranguejos e cracas satisfazem os apreciadores de marisco.

Doçaria –A antiga doçaria conventual faz as delícias dos gulosos. Queijadas de Vila Franca, Confeitos da Ribeira Grande, Bolos Lêvedos das Furnas, Bichos de Amêndoa, Barriga de Freira, Malassadas e Massa Sovada, são alguns exemplos.

Queijos – No que respeita a queijos, S. Miguel oferece o branco e macio de cabra e o queijo da ilha, de sabor picante quando seco.

Vinhos – De produção local, é mais conhecido o vinho de cheiro ou morangueiro da região da Caloura. Para os apreciadores de licores, recomendam-se os de ananás e de maracujá.

O ananás e o chá são presença constante nas mesas micaelenses. O ananás – doce e perfumado, e produzido ao longo de todo o ano em estufas – constitui uma experiência inesquecível como acompanhamento ou como sobremesa. O chá, cultivado em S. Miguel, é uma agradável bebida quando acompanhado da doçaria local.


RESTAURANTES: 
Bar Restaurante Marisqueira Talisman-especialidades:comida Regional, larga variedade de peixe fresco-Ponta Delgada

Restaurante Açores Marisqueira-especialidades:gambas à Marisqueira, gambas fritas à Moçambique, Alcatra à Moda da Terceira-Ponta Delgada

Restaurante São Pedro-especialidades:cataplana de peixe, carnes da melhor qualidade, viveiros de marisco, peixe fresco-Ponta Delgada

Restaurante Pimenta da Terra:especialidades:comida Micaelense-Ponta Delgada

Mimo Café Restaurante:especialidades:Feijoada à Transmontana, Arroz de Pato-Ponta Delgada
Lizarran:especialidades:comida Espanhola-Ponta Delgada

Restaurante Silva-especialidades:peixe fresco, marisco-Ribeira Grande

Restaurante Ildeberto-especialidades:cozinha Regional, peixe fresco-Ribeira Grande

Restaurante Bar “ Lagoa do Fogo “-especialidades: cozinha Regional-Ribeira Grande

Restaurante Monte Verde-especialidades:grande variedade de peixe fresco-Ribeira Grande
Restaurante Miroma-especialidades:cozido nas caldeiras, frango no churrasco-Furnas

Bar Restaurante Águas Quentes-especialidades:bacalhau, cozido nas caldeiras-Furnas

Restaurante Tronqueira-especialidades:cozinha Regional-Vila do Nordeste


BARES, DISCOTECAS: 
Jonh´s Pub-Piano Bar, Música ao Vivo-Ponta Delgada
Restaurante Pub Escala-Música ao Vivo-Ponta Delgada



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